Com o cenário político começando a se definir, dois nomes ligados ao ministro Wellington Dias (PT) passaram a circular com mais força nos bastidores: os filhos dele, Vinícius Dias e Iasmin Dias.
Hoje, os dois aparecem em possibilidades diferentes dentro da base aliada. Vinícius é citado como possível candidato a deputado estadual, enquanto Iasmin teve o nome lembrado para compor como suplente na chapa ao Senado. Essa última possibilidade foi mencionada pelo próprio pré-candidato Júlio César (PSD), que já sinalizou que a vaga de suplência deve ficar com o Partido dos Trabalhadores.
Nos bastidores há informações de que o suplente Oliveira Neto (PT), de Miguel Alves, abriria mão da disputa este ano. Apesar das especulações, o presidente do PT no Piauí adota cautela e afirma que, oficialmente, não há mudanças na composição atual.
“No momento nós não temos ninguém que tenha feito oficialmente um pedido de desistência. Mas, se houver desistência, aí vamos avaliar na bancada e no partido”, afirmou. Ou seja, não existe vaga aberta automática para novos nomes entrarem.
Wellington prega cautela e decisão pessoal
Já Wellington Dias evitou tratar o assunto como algo definido e reforçou que a escolha não depende dele.
“Eu preciso ter muito cuidado, porque não são apenas filhos do ministro. São pessoas adultas, profissionais autônomos”, disse.
O ministro destacou que tanto Vinícius quanto Iasmin têm vida própria, carreira e família, o que pesa na decisão. Wellington reconheceu que há abertura para participação política — mas não de qualquer forma.. “São casados, têm suas responsabilidades. É uma decisão que passa por eles. Não estão querendo vaga para concorrer por concorrer, poder por poder. São filiados desde muito jovens e sempre houve disposição para contribuir”, completou.
Filhos de Wellington Dias entram no radar político, mas definições ainda estão em aberto. O nome de Oliveira Neto, de Miguel Alves, é especulado com possível desistência da disputa em 2026.
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