A partir de agora a Agencia de Vigilância Sanitária terá dez dias para validar ou não o início da vacinação no país utilizando os imunizantes Coronavac, produzida pelo Instituto Butantã em parceria com o laboratório Chinês Sinovac e a AstraZeneca, da Universidade de Oxford, feita pela Fiocruz no Brasil. Nesta sexta-feira (8) os dois laboratórios fizeram o pedido de uso emergencial à Anvisa.
A expectava agora é quanto ao prazo de liberação, uma vez que no final de dezembro o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, manteve decisão prevista na chamada Lei Covid. Na prática, determina que a Anvisa libere o uso emergencial da vacina em até 72 horas. A Agência de Vigilância Sanitária informou que o prazo para a análise é de dez dias, mas sai em até 60 dias o pedido de registro definitivo.
A Anvisa já havia autorizado a importação de seis milhões de doses da Coronavac ainda em outubro e dois milhões de dozes da AstraZeneca. O Ministério da Saúde confirmou que o país já dispõe de 354 milhões de doses de vacina assegurados e que o Programa Nacional de Vacinação pode levar a imunização a todos os Estados e municípios até meados de fevereiro.
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