Convite ao Superintendente do Hospital Universitário de Teresina já foi feito e agora é aguardar resposta se ele aceita assumir o comando da Fundação Municipal de Saúde. O médico Paulo Márcio é, até agora, o único nome cogitado para o lugar de Gilberto Albuquerque que, na manhã de hoje (6), confirmou que pediu exoneração do cargo.
FRITURA
A situação de Gilberto Albuquerque era considerada insustentável. A fritura foi lenta e traumática, principalmente para população, que viu medicamentos e atendimentos precarizarem. O caldo entornou de vez com o fechamento ético do Hospital do Buenos Aires, zona norte da capital e o “sumiço” do diretor da unidade. Nesta segunda-feira (5), uma audiência pública na Câmara Municipal escancarou a insatisfação generalizada.
Gilberto Albuquerque se defendeu, afirmando que tecnicamente responde pelos atos, mas que não tem culpa pela falta de financiamento. De acordo com levantamento da CMT o débito com fornecedores passada dos R$ 10 milhões. Já o orçamento 2023 é R$ 50 milhões menor do que o deste ano, o que levou os parlamentares a fazer remanejamento de R$ 10.555 milhões da Secretaria de Governo para a Fundação Municipal de Saúde.
Nesta manhã, na Câmara Municipal, vereadores comentaram sua exoneração. Edilberto “Dudu” Borges (PT) e Jeová Alencar (REP) afirmam que o problema foi gestão. O líder do Prefeito na CMT, Antônio José Lira (REP) também falou sobre o caso.
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