Ao todo foram dois mandados de busca e apreensão na residência e na empresa de uma pessoa, que não teve o nome revelado, em busca de documentos e equipamentos que possam comprovar crime eleitoral. Este foi o objetivo da Operação Fake SMS deflagrada no início da manhã de hoje (16) pela Polícia Federal em Teresina.
Em nota, o serviço de Comunicação Social da Polícia Federal informou que há suspeita de que o Governo do Estado teria contrato o "serviço de disparo automático de mensagens pelo Whatsapp, para fins eleitorais", o que é proibido por Lei. Não houve prisões. Todo o material apreendido, documentos e celulares, irá agora passar por perícia para fortalecer a investigação. Os mandados expedidos pelo Juiz da 98ª Zona Eleitoral não teve como alvo órgãos estaduais.
"O material apreendido agora será analisado pela Polícia Federal, com o objetivo de comprovar se o serviço contratado era utilizado com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação, o que constitui crime eleitoral, nos termos do art. 57-H, § 1º, da Lei nº 9.504/1997", completa a nota.
Equipamentos encontrados pela Polícia Federal. Imagem: Divulgação-PF
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