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sábado, 11 de março de 2023 | Wesslley Sales

Águas de Teresina rebate estudo que atesta presença de mineral cancerígeno na capital piauiense

O OPINIÃO E NOTÍCIA procurou a concessionária Águas de Teresina para esclarecer a real situação do que é servido para os teresinenses.

Um estudo realizado pelo grupo Repórter Brasil, que tem o sugestivo nome de Mapa da Água, apontou que em Teresina foi detectada presença de nitrato em alta concentração na água servida na capital entre os anos de 2018 e 2019 (Confira no link: l1nq.com/JJmzM). O mineral, segundo a publicação, é fator de risco para doenças graves como câncer se ingerido de forma contínua. A reportagem, no entanto, não deixa claro se o produto analisado é in natura, direto dos rios, ou servido na casa dos teresinenses após passar pelo processo de purificação. 

O Mapa da Água foi replicado em grupos de Whatsapp e isso trouxe preocupação quanto a possível contaminação. O OPINIÃO E NOTÍCIA procurou a concessionária Águas de Teresina para esclarecer a real situação do que é servido para a população. Em nota a empresa explica que são realizadas 350 mil análises anualmente para garantir a qualidade da água. Também foi disponibilizado estudo técnico que confronta o resultado que apresenta o nitrato presente no produto.

CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:

A Águas de Teresina realiza monitoramento constante da qualidade da água que é distribuída na casa dos teresinenses. Anualmente, são realizadas cerca de 350 mil análises em laboratório próprio e externo acreditado pelo INMETRO, conforme determina o Ministério da Saúde.

Recentemente, a concessionária atualizou o sistema de controle de qualidade em tempo real, com a coleta de água tratada sendo realizada de forma automatizada, otimizando ainda mais o processo. Todos os dados de potabilidade da água distribuída na zona urbana da capital estão no Relatório Anual da Qualidade da Água, disponível no site www.aguasdeteresina.com.br.

A empresa destaca ainda que a matéria em questão não representa a realidade de Teresina. Dos 1.066 testes feitos naquele estudo, menos de 0,1% difere dos resultados analisados recentemente”.

CONFIRA O ESTUDO TÉCNICO DA ÁGUAS DE TERESINA:

RELATÓRIO-5.pdf

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